sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Chique!


Hoje refletindo sobre algumas questões voltei a pensar sobre as pessoas e como se relacionam. Assunto infinito esse, diga-se de passagem. Afinal, quanto tempo, gastamos com conversas intermináveis sobre comportamento e a forma como consideramos certo ou errado aquela forma de agir. Algum tempo perdido com certeza, mas outros momentos revelam pérolas que deveriam ser observadas. A verdade é que a percepção que temos de cada pessoa revela na íntegra como somos. Sempre exigimos, e certas vezes com algum rigor, algo que nós mesmos desejaríamos ser capazes de fazer. Em vários aspectos é comum observarmos jeito de vestir, falar, comer, sorrir e sempre comentamos sobre como aquela pessoa deveria agir ou fazer. Mas será que existe a forma correta de se fazer tais coisas? Um modo padrão que atenderia a todos?! Talvez fosse muita ousadia afirmar que sim e estaria cometendo a mesma “gafe” de “exigir” que pessoas se comportassem da forma como considero ideal. Bem, para apoiar e até fundamentar minha opinião, vou “apropriar-me” de um pedaço de um texto atribuído a Glória Kalil (Ser chique sempre) quando apresenta a afirmação: “Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.  O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida”.
O texto todo é muito interessante, e tomando por base esse trecho, tenho que concordar com ela. Talvez seja realmente impossível determinar um padrão de comportamento e muitas outras coisas, mas podemos pontuar certas peculiaridades que bem poderiam ser comuns a todos. Viria a calhar se ao invés de paredes construíssemos pontes como já afirmou alguém e tais características seriam significativamente interessantes neste processo. Pode não ter um decreto para afirmar que alguém é chique, mas há um consenso com certeza. Quando cada pessoa passar a olhar para si, e mudar suas concepções duras e frias com certeza contagia outra, e outra, e outra e quando menos se espera muda-se o mundo. Corajoso é aquele que muda, que reconhece a necessidade de transformação e começa agir em prol disso, sem perder sua identidade, autenticidade. E no final das contas cada um será chique realmente, por dentro e por fora. Ser chique é um estado de espírito permanente que vai ser responsável por algo que está bem fora de moda ultimamente, mas é o desejo de todos e de cada um, é aquela coisinha que todo mundo chama de felicidade! Porque “Chique mesmo é ser feliz”!

(The end)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A novidade do amor...


Hoje o tema é o amor. Esse como sempre, são muitos os que escrevem, cantam e falam sobre ele sem parar. E para compartilhar com todos um texto muito interessante que recebi sobre casais. A verdade de uma relação diária que é construída sempre baseada em amor... É importante refletir sobre isso.. Essa vai para os casais, para aqueles que estão em busca de um par e ainda para os que nem se deram conta disso ainda. O texto é atribuído a Arthur da Távola e a tradução é livre. Realmente encantador...



Amor (Arthur da Távola)

Aos casados há muito tempo,
Aos que não casaram,
Aos que vão casar,
Aos que acabaram de casar,
Aos que pensam em se separar,
Aos que acabaram de se separar,
Aos que pensam em voltar...
Reflitam! Todo casal deveria ser...
Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma óptima posição no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga.
Tudo o que todos querem é amar. Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras. Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, ficar a babar. Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um autocarro lotado. Há algum médico por perto?!
Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que? O amor. Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar. O que sobra é o amor que todos conhecemos: o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho. Todos são o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus. A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta.
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.
Casaram. Amo-te, amo-te... Meu amor... Lindo, mas insustentável.
O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas. Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência...
Amor, só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem de haver equilíbrio para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem de haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem de saber levar. Amar, só, é pouco. Tem de haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar. Tem de haver disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar. Tem de ter um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar. Entre casais que se unem visando à longevidade do matrimônio tem de haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um. Tem de haver confiança. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou.
É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão. E que amar, 'solamente', não basta. Entre os homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, tem de haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado. O amor é grande, mas não é dois. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência. O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.
Então, Um bom Amor aos que já têm! Um bom encontro aos que procuram!

(The end)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

E o ano começa...


Após a virada do ano sucumbimos a um novo espírito, alguns revolucionários, outros saudosistas, outros confortáveis e há até os incomodados. Mas certo é que todos de alguma forma, mesmo de maneira inconsciente se transformam com esta simples passagem. Em 2011, estão previstos sérios acontecimentos. Cada um em sua vida planeja e projeta sonhos que podem se tornar realidade. E um ser humano também é feito de sonhos. Quando se pensa em realizar alguma coisa, independente do critério que se usa, o importante é concretizar aquilo que foi projetado, mesmo que muitas vezes nada saia como foi planejado. Este ano promete... Que neste novo ano, você tenha:
2 x mais esperança
0 x nada de tristeza e más notícias
1 x um milhão de alegrias e pra completar
1 x um montão de momentos felizes com seu amor e sua família 2011 vezes melhor que toda sua vida...

E ainda está em tempo de se desejar “Feliz Ano Novo”, ou como sempre me diz um grande amigo: “Feliz Ano Todo”...
(The end)